Antecipar é preciso
Problemas com o trânsito não é exclusivo de grandes cidades como São Paulo. Regiões metropolitanas como a Baixada Santista também enfrentam essa situação, principalmente na temporada de verão. E o cenário se torna cada vez mais complicado já que o número de veículos na região vem aumentando gradativamente.O desenvolvimento econômico da baixada é um fato que pode ser analisado pela força das empresas, do porto, do turismo e do comércio das nove cidades que compõem a região.
Todo esse progresso também acarreta grandes entraves, principalmente quando não há uma visão e uma política de longo prazo no que diz respeito a infra-estrutura. A expansão é positiva, desde que haja apoio por parte dos órgãos públicos.
Entre as questões que devem ser antecipadas está a malha viária da região, que já demonstra estar saturada. É bem verdade que no verão o problema piora por conta do número de veículos que se dirigem ao litoral, mas mesmo fora da temporada o morador da baixada continua sentindo dificuldade na questão logística.
O Condesb e a própria Agem, órgãos que estão ligados diretamente à região, deveriam antecipar soluções para o problema que já atinge o morador da Baixada Santista.
Na realidade é preciso trazer investimentos para construir complexos viários que realmente sanem o trânsito, que deve piorar a cada ano.
A construção da avenida perimetral, no porto de Santos, é uma solução que demorou a ser tomada, mas finalmente parece estar saindo do papel.
Outra obra que deve ser ressaltada é a Via Expressa Sul, contruida em Praia Grande, que melhorou o trajeto de motoristas que vão ao litoral sul.
Obras como essas são de fundamental importância para o progresso da região. O necessário é que os prefeitos da região se unam em prol de projetos que visam melhorar a fluidez do trânsito na região metropolitana.
O que talvez possa atrapalhar é a guerra de egos entre os políticos da região, que nada contribui para o processo de desenvolvimento da Baixada Santista.

30/03/07 às 22:23
E aí…?
Todos falam sobre este assunto, mas, o “Condesb” ou “Agem” não se manifestam no sentido de ações práticas. Porque será heim?Fazem estudos e estudos, que demoram anos e, quando ficam prontos, a demora requer novos estudos porque já estão fora da atualidade. Até quando isto vai acontecer? Está na hora deste pessoal se definir.
Abraços.
Irineu A. Júnior