Vai começar

Parece impossível ou inimaginável, mas finalmente o presidente Lula conseguiu terminar sua reforma ministerial para o segundo mandato. Para o presidente da República, o ano começa agora, em abril. Na segunda-feira (2), houve reunião com os ministros na qual o tema central foi o tão anunciado Plano de Aceleração do Crescimento (PAC).É bem verdade que o início de ano está sendo meio conturbado, devido a crise aérea, mas Lula terá que se desdobrar e trabalhar muito se quer mesmo implantar o PAC e acabar com o caos aéreo.
Apesar de todos os problemas que o governo enfrenta, a intenção é fazer deslanchar as obras prioritárias, na visão de Lula. Independente que seja preciso discussão no congresso para serem aprovadas as medidas provisórias ou os projetos de lei.
Vale ressaltar que as verbas, para parte das obras, já estão liberadas. Mesmo antes da implantação e da execução do PAC, além é claro da falta de projetos em determinadas áreas do governo.
Na realidade não há, novamente, planejamento dentro da estrutura governamental. O certo seria executar projetos de maneira mais concisa e inteligente.
Lula pode ser um bom líder político, mas sua equipe não dá sustentabilidade e respaldo quando o assunto é execução de obras e projetos para o progresso e desenvolvimento do País.
O presidente afirma que o maior problema do PAC é  gerencial e não político. Mas mesmo assim o esperado programa está demorando a sair devido aos interesses políticos na reforma ministerial.
Lula teve que acomodar toda sua base aliada nos cargos de primeiro escalão e foram meses de negociação para que conseguisse agradar a todos. Mesmo assim ainda há políticos descontentes com a divisão do poder.
O governo entende que deverá sofrer com os limites dos gastos, já que o congresso pode dificultar a aprovação, mas os R$ 11,3 bilhões previstos para as obras do Programa Piloto de Investimentos (PPI) deverão ser gastos sem qualquer imposição.
O que se espera é que o PAC realmente acelere o desenvolvimento do País, apesar de começar a ser implantado quase na metade do ano. Para um programa que visa acelerar o crescimento, o PAC começou muito lento e terá que ter fôlego para realmente alavancar o progresso brasileiro.

Obs:
Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam necessariamente o ponto de vista da Editora, podendo até mesmo ser.


Coloque um Comentário