Presidente da COOP fala sobre as expectativas do supermercado em SV

A equipe do Jornal Vicentino esteve com Antônio José Monte, presidente da Coop, que inaugura neste neste sábado (28), sua 23ª unidade. Considerada a maior cooperativa de consumo da América Latina, a loja fará parte do Brisamar Shopping.A Coop tem sede em Santo André, no Grande ABC paulista. Foram feitos mais de R$ 6 milhões em investimentos nessa unidade. Os produtos oferecidos para a população são diversificados, como mercearia, bazar, açougue, hortifrutis, padaria, limpeza, higiene pessoal, drogaria, confecções, e demais itens da linha operacional da Cooperativa.
A rede tem 52 anos de existência e possui mais de 1,3 milhão de cooperado. São 22 lojas, sendo 16 no ABC paulista, duas em São José dos Campos, duas em Sorocaba e uma em Tatuí e Piracicaba. A 24ª unidade será inaugurada em breve em Diadema.
Segundo o ranking da Associação Brasileira dos Supermercados (ABRAS), a Coop é a 8ª colocada com crescimento de 7,9% em relação ao ano anterior, com faturamento de 1,07 bilhão de reais.
Antônio José Monte falou sobre a escolha de São Vicente, sobre as novas tecnologias que serão implantadas no supermercado e sobre a sua expectativa para a Coop na Baixada Santista.
JV - Por que a escolha de São Vicente para implantar uma nova unidade da Coop ?
Antônio José Monte - Na verdade é um sonho antigo nosso. Há cinco, seis anos, já pensávamos em ter uma rede Coop aqui na Baixada Santista, principalmente para angariar mais sócios e dar uma ampliação e uma nova unidade para os moradores da grande ABC que vem as praias, que são muitos. Esse sonho foi sendo estudado e verificado, mas nunca deu certo, porque as áreas eram sempre muito afastadas do Centro. Até que aconteceu a possibilidade de termos contato com o Armênio Mendes, no sentido de fazermos parte do empreendimento dele no shopping. Esse sonho se tornou a realidade a partir de janeiro, quando assinamos o contrato, depois de muita pouca negociação, porque o Armênio é uma pessoa maravilhosa e nós entendemos como ser rápidos nas decisões.
JV - Qual será o tamanho do supermercado?
Monte - Ele terá 2.400 metros de piso para atendimento do público, e mais, praticamente 2.500 metros de área de apoio, além do estacionamento exclusivo da Coop que está embaixo da loja, já que o shopping está no outro quarteirão. São cerca de 200 vagas, um número satisfatório, em razão da velocidade das compras. Não vamos ter problemas de estacionamento. Apenas iremos tentar coibir o uso do estacionamento para quem não está fazendo compras, realizando um sistema que permita esse controle.
JV - A Coop irá trazer novas tecnologias para a unidade de São Vicente?
Monte - O importante dessa nova unidade é que estamos trazendo para o Brasil e para a América do Sul uma nova tecnologia no que diz respeito as etiquetas de gondola. Nós somos os pioneiros no Brasil, nenhum supermercado tem, a etiqueta eletrônica. Ela é movida por sistema de rádio freqüência, que vai dar a possibilidade de erro zero no preço entre a gondola e o check-out, porque ela movimenta ambos. Além disso, ela nos dá a idéia da necessidade do estoque, da prateleira que tem que ser colocada. São 14 possibilidades numa etiqueta de mais ou menos 4 centímentros de comprimento por 3 de altura. É uma etiqueta de tecnologia francesa e escolhemos São Vicente para implantar.
JV - Quantas pessoas devem ser empregadas no supermercado?
Monte - Nós devemos ter por volta de 140 efetivos. Serão 140 novos empregos para famílias, atendendo por volta de 560 pessoas, numa região onde o desemprego também é algo muito prejudicial à economia local.
JV - Qual a importância de estar numa cidade que é passagem no trajeto entre as cidades da região?
Monte - Isso é muito importante. Nós estamos esperando essa aderência de outras cidades da região. A Coop está colocada onde o transporte coletivo é passagem obrigatória. Então ela poderá atender tranqüilamente a população da área continental, como a de outras cidades, como Santos e Guarujá. Não estamos pretendendo colocar todo mundo na unidade, mas digamos que uns 3,4 % de Guarujá, uns 15% de Santos ou Praia Grande. Isso com certeza vai fazer com que tenhamos um engordamento no nosso faturamento.
JV - Qual a expectativa da Coop nessa nova unidade?
Monte - Nós temos sim uma expectativa realista, nem otimista, nem pessimista. Nós imaginamos um movimento diário de 3.500 a 4 mil pessoas nessa nossa nova unidade. Esse número e é um pouco abaixo da nossa média do no ABC, onde estamos há 52 anos, que são seis mil pessoas. Se vier 3.500 estamos satisfeitos.
JV - A Coop tem diferenciais em relação aos outros supermercados?
Monte - Nossos pontos fontes são a drogaria, a mercearia e o frigorífico. No frigorífico, nossos preços variam até 20% a menos do quilo do produto em relação aos concorrentes. Já a drogaria é um diferencial fantástico. Comercializamos nossos medicamentos no preço de tabela de fábrica. Lógico que temos descontos financeiros, mas queremos com isso expandir o cooperativismo, que é social. Normalmente quem vai na drogaria não é por prazer. Quem vai mais são pessoas idosas, que muitas vezes não têm dignidade nem no próprio lar, em função do salário que recebe ou em função das pessoas que não dão atenção. Na Coop nós queremos dar essa atenção, através das compra de medicamento muito abaixo do preço. Com isso tudo mundo vai ganhar, tanto cooperado, quando não cooperado, porque nosso preço vai nivelar o mercado. Esse é o nosso grande objetivo.
JV - Foi feita uma festa na praia para a população. Qual o objetivo?
Monte - De fato fizemos uma muvuca, na Praia do Itararé, devidamente liberados, porque entendem que um novo supermercado atrai benefícios para a Cidade. O sentido dessa festa foi mostrar a existência da Coop. A movimentação foi intensa, com um tempo ótimo, distribuímos gratuitamente sorvetes, refrigerentes. Ninguém precisou comprar nos camelôs, todos foram atendidos. Essa tenda foi para dar o avant-premier da Coop na região. E eu já encontrei pessoas de Santo André me chamando pelo nome. Eles utilizam nossas unidades e com certeza vão utilizar aqui também.
JV - Mande uma mensagem para a população vicentina
Monte - Estamos felizes de estarmos aqui. Nós não vemos numa floresta apenas lenha para queimar, nós vemos a possibilidade de fazer com que ela progrida, numa forma harmoniosa, natural e atendendo tudo que tem ao redor dela, inclusive dentro dela, com a visão social.

2/01/08 às 18:34
BOM DIA
ANTONIO MONTE
GOSTARIA DE LHE INFORMAR QUE NÃO ANDIANTA REALIZAR DOAÇOES ,ENQUANTO TEM FUNCIONARIO DE EMPRESA DE SEGURANÇA QUE ESTA PRESTANDO SERVIÇO PARA UNIDADE DAS COOP INTERIOR .
QUE ESTÃO MAIS DE TRINTA DIA SEM REGISTRO EM CARTEIRA ,CREIO EU O SR.COMO PRESIDENTE DE UMA REDE DE CONSUMO COMO COOP. CONHECIDA ,ONDE TEM GERENTE CONVIVENTE COM TAL SITUAÇÃO ,SEI QUE MEU FILHO E EU ESTAREI PROCURANDO O SINDICATO DA CATEGORIA E MOINISTERIO DO TRABALHO NA PROXIMA SEMANA
GOSTARIA QUE SR.VERIFICASE TAL SITUAÇÃO
ATS
FABIO