Ano XXIV - nº 1657

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Uma resposta para 'Ano XXIV - nº 1657'

  1. Entristecido.. Diz:

    É lamentável constatar, na manhã de 30 de outubro, que o brilhante projeto de urbanização do Itararé já custou um chapéu de sol dos mais antigos, daqueles que estão na memória de muita gente que freqüenta a praia há mais tempo do que o prefeito (um jovem). A modernização tem custos, paciência. Sem contar com a poda “especializada” de um brucutu armado com um machado, que deixou vestígios de sua especialização no tronco de árvores que poupou do fim. Enquanto isso, um estabelecimento sem número, obviamente sem alvará para funcionamento como “casa noturna” (do tipo Bahamas, de São Paulo), continua “trabalhando” no Itararé, fazendo do local um antro de prostituição que parece não incomodar as doutas “autoridades”. Outro “custo” que temos que absorver: a luminosa realização de mentes tacanhas, que fizeram da Manoel da Nóbrega uma avenida mais difícil, para retorno, do que a Avenida Paulista, em São Paulo (depois da divisa, é preciso ir quase que até a Presidente Wilson). Não me surpreenderia a instalação de novos semáforos que multam no sinal amarelo, o que parece perfeitamente “normal” para o bípede que dirige o trânsito vicentino (assim se manifestou em programa de TV).

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