Governo de SP financia casa própria para servidores públicos da Baixada Santista

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A segunda etapa do Programa Habitacional de Integração (PHAI), uma ação do governo de São Paulo desenvolvida em parceria pelas secretarias de Gestão Pública e da Habitação, oferece 10 mil cartas de crédito a servidores públicos estaduais da ativa de 117 cidades paulistas.

Para a Região Administrativa de Santos estão disponíveis 555 cartas de crédito em sete municípios (veja quadro abaixo). Cidades localizadas na Região Metropolitana de São Paulo e nas regiões Administrativas de Campinas, Araçatuba, Barretos, Bauru, Central, Franca, Marília, Presidente Prudente, Registro, Ribeirão Preto, São José dos Campos, São José do Rio Preto e Sorocaba também foram contempladas pelo programa. No total, são destinadas 4.365 cartas de crédito para o atendimento de 29 municípios da Grande São Paulo e outras 5.365 para 88 cidades do Interior e Litoral.
O PHAI oferece uma série de vantagens ao servidor público: tem as menores taxas de juros do mercado, de 6% a 8.54% ao ano; financiamento de até 300 meses com prestação fixas durante todo o período e desconto feito em folha de pagamento. Para participar, o servidor público deve apresentar rendimento familiar mensal entre R$1 mil e R$4,5 mil, ter família constituída, não possuir imóvel ou financiamento no país ou ter participado de outros programas habitacionais. É possível financiar até R$ 60 mil para a compra do imóvel, que pode ser novo ou usado e ter valor máximo de R$ 80 mil.
“Esse programa lançado pelo Governador Serra é um benefício importante de valorização do servidor público paulista. Por intermédio do PHAI, o servidor poderá comprar um imóvel perto do seu local de trabalho, com prestações que cabem no bolso e com juros abaixo do mercado. E um servidor valorizado irá desempenhar ainda melhor as suas funções para a sociedade, seja na escola, no posto policial ou no hospital. Ao morar perto do local de trabalho, o funcionário também economizará no deslocamento e poderá ficar mais tempo perto da sua família”, diz o secretário de Gestão Pública, Sidney Beraldo.
Os servidores públicos interessado têm até o dia 30 de junho para procurar a agência do Banco Nossa Caixa onde recebem o salário. Mais informações podem ser obtidas no site da secretaria de Gestão Pública (www.gestaopublica.sp.gov.br).
Confira abaixo os municípios da Região Administrativa de Santos contemplados e a quantidade de cartas de crédito disponíveis:

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  1. 3 Comentários para “Governo de SP financia casa própria para servidores públicos da Baixada Santista”

  2. Carta aos senhores advogados
    Precisamos realizar uma marcha nas ruas de nossas cidades, protestando contra a demora no atendimento de nosso Poder Judiciário. A OAB precisa organizar esse tipo de evento. Não é possível a nossa Justiça, em todos os campos, atender à população com tanto marasmo, vindo a gerar demora da punição de muitos criminosos e na solução de muitos outros problemas jurídicos, de interesse de milhões de pessoas. Temos conhecimento de que fóruns de muitas cidades pelo Brasil afora estão abarrotados de processos, com falta de espaço fisíco, falta de material de trabalho, falta de funcionários e, principalmente, de juízes. Precisamos chamar a atenção de nossos governantes a fim de que atentem para a solução desse grande problema. A Ordem dos Advogados do Brasil ( OAB ) deve chamar o povo e fazer uma manifestação para que nossas autoridades repensem o atendimento do nosso Poder Judiciário.
    Monsueto Araujo de Castro
    monsuetodecastro@uol.com.br

    Rua João de Miranda Melo, 544 - Mogi das Cruzes - SP - CEP 08717-420

    divulgação autorizada

    Por Monsueto Araujo de Castro em mai 30, 2008

  3. Carta aos Senhores Prefeitos

    Gostaria de entender qual a grande dificuldade ou os motivos do pouco interesse do Poder Público Municipal na identificação de algumas - às vezes muitas - ruas e logradouros públicos de muitos bairros da periferia das cidades brasileiras.

    A falta de placas denominativas de muitas ruas de bairros, da periferia das cidades, gera vários tipos de prejuízos aos seus munícipes. Particularmente, nas situações de emergência, quando das chamadas de ambulância, polícia, Corpo de Bombeiros, táxi ou dificuldades para os carteiros, entregadores de encomendas de uma maneira geral e para visitantes da cidade.

    A falta de placas denominativas nas ruas, muitas vezes, provoca atrasos na chegada das pessoas a seus destinos; consequentemente, elas sofrem também perdas financeiras. Quando uma pessoa, na madrugada, procura uma rua e naquela região não existe placa denominativa e não é possível encontrar alguém para pedir informação, a situação acaba virando um martírio.

    O município que valorizar a fixação de placas, indicando a direção de seus bairros, estradas municipais ou vicinais, distritos, entradas da cidade, saídas para rodovias, indicação dos principais pontos e instituições de prestação de serviços públicos e com placas denominativas afixadas nas esquinas das suas ruas, estará favorecendo a todos: moradores e visitantes.
    Monsueto Araujo de Castro-RG 4.672.512-x -Empresário ramo do ensino.R. João de Miranda Melo,544-Mogi das Cruzes - SP - CEP 08717-420 - TEL: (xx11) 47962551
    monsuetodecastro@uol.com.br
    Divulgação da mensagem autorizada

    Por Monsueto Araujo de Castro em jun 20, 2009

  4. sou funcioinária publica municipal e quero saber como financiar a casa própria para pagamento em folha e se para o financiamento o funcionário pode ter restrições
    Aguardo resposta

    Por sandra em abr 25, 2010

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