Você é a favor da doação de orgãos?
Recentemente, a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo informou que, de janeiro a agosto, 47,5% das famílias abordadas pelas Organizações de Procura de Orgãos (OPOs) disseram não à doação, menor índice desde 2004.
No ano passado, no mesmo período, a recusa chegou a 53,4% das famílias entrevistadas, contra 52,6% em 2006 e 55,2% em 2005. Em 2004, o índice foi de 46,7%. Baseado nisso, o JV foi às ruas perguntar ao vicentino se ele é a favor da doação e se pretende doar seus orgãos. O resultado foi quase unânime a favor da doação (80% dos entrevistados). A seguir, confira as respostas:
Walter Junior, morador da Cidade Náutica, é a favor da doação e, inclusive, já salientou na sua nova identidade. “Sim, sou a favor. Pretendo doar meus orgãos. Inclusive, fiz uma nova identidade há pouco tempo e ela marca como doador de orgãos”, conta.
Entretanto, Stefanie dos Santos, que reside na Vila Margarida, não concorda em doar seus orgãos, apesar de achar uma boa iniciativa. “Não. Eu não quero doar meus orgãos. A iniciativa é até boa, mas eu, particularmente, não pretendo”.
“Não, pois não tenho certeza se beneficiaria muita gente”, diz Irineu Ribeiro da Silva, morador do Humaitá.
Já Dorgival Alves, morador do Bitaru, é completamente a favor desta ação. “Sim. Se não serve para mim, serve para os outros. Com certeza, eu doarei”, avalia.
Regiane Santos, que reside no Gonzaguinha, também concorda em doar seus orgãos. “Sim. Depois que morremos, nosso corpo não serve para nada. Sendo assim, podemos ajudar outras pessoas”, ressalta.
“Sim. A doação seria um benefício para muitas pessoas. Acredito que vale a pena uma ação com essa”, disse Gilson Xavier, morador do Rio Negro.
Jéssica Pires da Conceição doará seus orgãos e, inclusive, cita o caso Eloá. “Sim. Eu sou a favor, pois a doação salva muitas pessoas. O caso da Eloá serve de exemplo para as pessoas”.
Para Marlene Martinez, a doação é necessária para salvar muitas vidas. “Sim. Eu doaria, pois salvamos muitas vidas com a doações de orgão. Essa é uma ação importante”, conta.
Já Orlando Novaes, que reside no Jardim Independência, acredita que a doação de orgãos é uma boa ação e ressaltou que sua família é doadora. “Sim. Eu sou doador e, inclusive, minha família inteira é doadora. Eu e a minha esposa estamos convictos que, futuramente, ajudaremos alguém”.
“Sim. Doaria, pois isso é um incentivo à vida e à propagação da vida”, avaliou Andréia Araújo dos Santos, moradora da Náutica III.
