Nossa Cidade
- novembro 27, 2008
Poupatempo móvel volta para o Centro de Convenções

Pela quarta vez este ano, a unidade móvel do Poupatempo estará à disposição dos moradores de São Vicente. O retorno do veículo foi reivindicado pelo deputado estadual Luciano Batista, pois nas outras vezes que esteve na Cidade o serviço registrou mais de quatro mil atendimentos.
O Poupatempo Móvel volta à Cidade entre os dias 1º e 20 de dezembro, no estacionamento do Complexo de Eventos e Convenções da Costa da Mata Atlântica, na Avenida Capitão Luiz Pimenta, 811 – Parque Bitaru. A unidade funcionará de segunda a sábado, das 10 às 17 horas.
No local, serão prestados serviços como emissão de RG, Carteira de Trabalho e atestado de antecedentes criminais. Os vicentinos também poderão acessar através do e-poupatempo mais de dois mil serviços públicos eletrônicos, dentre eles registro de Boletim de Ocorrência, consulta de multas de trânsito, pontos na Carteira de Habilitação (CNH), débitos de IPVA, inscrição em concursos públicos e emissão de 2ª via de contas.
Todos os serviços são organizados com a distribuição de senhas, entregues mediante apresentação da documentação necessária ao serviço a ser solicitado. As taxas geradas pelos serviços podem ser pagas no Banco Nossa Caixa, dentro da própria unidade. O pagamento pode ser efetuado em dinheiro ou através de cartão de débito da Nossa Caixa e rede afiliada.
Informações sobre os serviços prestados, seus requisitos e os roteiros de todos os postos móveis podem ser obtidas pelo Disque-Poupatempo 0800-7723633. A ligação é gratuita e pode ser feita de segunda a sexta-feira, das 6 às 21 horas, e aos sábados, das 6 às 15 horas.
Até 2007, o Poupatempo Móvel não atendia os moradores da Baixada Santista. Naquela ocasião havia quatro unidades fixas no estado de São Paulo, em Marília, Sorocaba, Araçatuba e Registro. Por contrato, estas bases não podiam se afastar mais de 100 quilômetros de suas sedes, o que excluía a Baixada Santista.
Com essas informações, o deputado estadual Luciano Batista se reuniu com o secretário de Gestão Pública do Estado de São Paulo, Sidney Beraldo, e reivindicou que o contrato fosse alterado. Assim, foi determinado que as bases pudessem se afastar até 200 quilômetros de suas sedes e a Baixada Santista pôde ser contemplada





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