Patrimônio reduzido

A Mata Atlântica está reduzida a 7,9% de sua área original no país, segundo indicam dados do Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica para o período de 2005 a 2008. O estudo foi realizado pela Fundação SOS Mata Atlântica e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Entre 2005 e 2008, a Mata Atlântica perdeu 102,9 mil hectares, o que, de acordo com o Inpe, equivale a dois terços da cidade de São Paulo.
Os estados onde a devastação é maior são Minas Gerais, Santa Catarina e Bahia, seguido de Rio Grande do Sul, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Goiás e Espírito Santo. O desmatamento nesses estados com maior área da Mata Atlântica destruída deve-se principalmente pela substituição do uso da floresta, geralmente para a agropecuária e exploração de pinus. Segundo especialistas, a Mata Alântica é uma região onde há muitos usos e muitas cidades e, por isso, está tão fragmentada. Para ela, esse isolamento da vegetação nativa é que compromete a ocorrência de espécies e seu fluxo.
A sociedade precisa estar atenta, porque dependemos da Mata Atlântica para sobreviver. Trata-se de um patrimônio nacional, que detém rica biodiversidade e precisa ser preservada, pois os serviços ambientais que presta à população garantem a qualidade de vida das pessoas.
Há uma necessidade ainda maior de esforço na restauração de florestas para que as áreas que ainda restam seja interligadas e mantidas, como opininam especialistas no assunto. A Mata Atlântica tem uma legislação específica, o que torna mais grave o fato de a média anual de desmatamento nos últimos cinco anos ser praticamente a mesma observada no período anterior. É necessário mais conscientização por parte da população e por parte do Público que precisa intenficar a fiscalização para que salvar nosso patrimônio

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