DIZ-QUE-DIZ
- junho 3, 2010
Acusação
O pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, afirmou nesta quarta-feira que a responsabilidade sobre um suposto dossiê contra ele é de sua adversária petista, Dilma Rousseff. “A principal responsabilidade desse dossiê é da candidata Dilma. Isso não tenho dúvidas. Como a principal responsabilidade do dossiê dos aloprados é do Aloizio Mercadante. Como a principal responsabilidade do dossiê de 2002 é do Ricardo Berzoini.”
Crítica
Serra também afirmou hoje que o governo federal gasta mal. Como exemplo, afirmou que o Planalto está distribuindo nas escolas estaduais material de propaganda pura do governo. “Não é um município de tiririca que vai imprimir uma propaganda do governo federal”, disse. O tucano participou hoje da virada dos R$ 500 bilhões do “Impostômetro” -impostos federais, estaduais e municipais que os brasileiros pagam desde o primeiro dia de 2010-, da ACSP (Associação Comercial de São Paulo).
Aécio
Os ex-governadores José Serra e Aécio Neves deverão estar juntos no programa que o PSDB leva ao ar no dia 24. A pedido do comando da campanha do PSDB à Presidência, Aécio gravará a participação no programa ao lado do pré-candidato tucano.
Tasso
Em viagem ontem a São Paulo, Aécio afirmou que, dentro do PSDB, o senador Tasso Jereissati (CE) é a melhor opção para a vice. “Tasso é o melhor nome do PSDB”, disse Aécio. No momento em que o PSDB reabre negociações com DEM em torno da vice, Tasso negou, no Twitter, a disposição de compor a chapa pela Presidência.
Desespero
O presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, afirmou nesta quarta-feira que a declaração do pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, sobre um suposto dossiê mostra o desespero do tucano. “Infelizmente, o Serra está seguindo a mesma linha do presidente do partido dele [Sérgio Guerra]. O único nome que consigo encontrar para isso é desespero.”
Dilma
Apré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, disse na tarde desta quarta-feira que não mexerá nas regras da Previdência. “Aproveito a oportunidade para dizer: não quero mexer na aposentadoria de ninguém. Fiz uma brincadeira e interpretaram tudo errado”, disse em palestra na Federação das Indústrias do Estado de Goiás.
Senado
Projeto que aumenta o rigor quanto à fidelidade partidária foi aprovado hoje (2) na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Pela proposta, quem quiser concorrer a cargos eletivos precisará estar filiado a partido político pelo menos três anos antes da data das eleições.
Senado II
O prazo, no entanto, não será válido em casos de fusão ou criação de partido, desvio de programa partidário e discriminação pessoal que torne impossível a convivência na legenda. A lei atual determina que o candidato esteja filiado a partido pelo menos um ano antes da data fixada para as eleições.
Validade
Duas medidas provisórias (MPs) perderam na terça-feira (1º) sua eficácia, porque não foram votadas pelo Congresso Nacional no prazo de 120 dias. Das três MPs que perderiam a validade hoje, o Senado aprovou a 479, que reestrutura diversas carreiras do serviço público federal e encaminhou a matéria à sanção presidencial.





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