DIZ-QUE-DIZ
- agosto 30, 2010
Crescimento
Os petistas comemoraram o crescimento do senador Aloizio Mercadante (PT), candidato ao governo de São Paulo, na última pesquisa Datafolha. Segundo levantamento divulgado hoje, ele saiu de 16% para 20% das intenções de votos no Estado. Para os aliados, o resultado revela uma “tendência de crescimento” do candidato do PT ao Palácio dos Bandeirantes. “Nós nunca chegamos a esse patamar, na casa dos 20%, ainda em agosto nas eleições em São Paulo. Nós vamos crescer mais”, disse Mercadante.
Menos aparições
Com o crescimento de Dilma Rousseff (PT) nas pesquisas de intenção de voto à Presidência, a coordenação da campanha petista decidiu reduzir as aparições públicas da candidata para blindá-la de imprevistos. A partir deste fim de semana, a agenda da candidata deverá ser menos intensa. Dilma irá manter um compromisso diário para garantir a aparição nos programas de TV e focar nas gravações do programa eleitoral.
Ficha Suja
O TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo indeferiu a candidatura de 39 políticos considerados “fichas-sujas”. A Corte encerrou ontem os julgamentos de pedidos de inscrição eleitoral. Os barrados podem recorrer ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e continuar com a campanha. Na lista de indeferimentos, o PT tem quatro nomes, seguido por PMDB, PPS e PSOL, cada um com três. Tiveram dois barrados: PSDB, PTB, PR, DEM, PSB, PDT, PSC e PSL.
Obrigação
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Carlos Ayres Britto suspendeu a legislação que proíbe programas de humor de fazerem piadas com os candidatos que disputarão as eleições . Danilo Gentili, humorista do “CQC”, da Band, se pronunciou sobre o assunto. “Não vou dizer que é louvável, porque não é mais que obrigação. Estão suspendendo uma lei que não deveria ter existido”, afirma.
Gentili
Ele diz acreditar que, mesmo com a mudança na legislação, a liberdade de satirizar políticos não será plena. “Os comediantes poderiam aproveitar essa mobilização para que a televisão perca o rabo preso com políticos, pelo menos no que se tratar de humor” e também defende a candidatura de artistas como Tiririca, Mulher Pêra e Tati Quebra-Barraco. “Democracia é isso. Sou a favor dessa liberdade e contra a censura de satirizá-los”, ressalta.
Paixão política
O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, disse que a “paixão política” fez com que abrisse mão de buscar a reeleição ao governo de São Paulo por uma aposta pelo Brasil. Para o tucano, acreditar que o Brasil pode ser governado à distância pelo presidente Lula é o mesmo que um técnico de futebol indicar um substituto para atuar de longe.
Insubstítuivel
“O poder é insubstituível. O Brasil precisa pensar bem nesse tipo de coisa”, afirmou Serra, em uma referência à petista Dilma Rousseff, indicada por Lula para sua sucessão.
Aécio na campanha
O programa eleitoral do candidato do PSDB à Presidência da República José Serra contou na última quinta-feira (26) com o apelo de um tucano de peso: o ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves. No vídeo, Aécio diz que o Brasil precisa de um presidente que conhece “de verdade” os problemas do país. “Serra é o melhor nome para ser o nosso presidente”, disse, no final da inserção.
Meios ilícitos
A candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, criticou a violação de sigilos fiscais do vice-presidente nacional do PSDB, Eduardo Jorge, e de outros três integrantes do alto escalão tucano. “Não se pode utilizar meios ilícitos para se conseguir informação de quem quer que seja”, afirmou ela
Crítica
“Uma campanha já é um prenúncio daquilo que se fará quando se chegar ao poder e quem não respeita a legislação, quem não respeita as instituições antes de ganhar, que garantia teremos de que respeitará depois que chegar lá?”, disse Marina.





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