DIZ-QUE-DIZ
- setembro 16, 2010
Dilma
A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, enfatizou a participação das mulheres na política, e usou um tom mais emocional.”Quem conquistou o direito de uma mulher ser presidenta desse país foram as milhões de mulheres catarinenses, brasileiras, donas de casas, empregadas domésticas, trabalhadoras que saíram de seus lares e foram trabalhar, voltaram para seus lares e foram criar seus filhos simultaneamente”, disse Dilma.
Serra
O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, defendeu o aumento no número de vagas nas universidades públicas e o fortalecimento da pesquisa nessas instituições. “A universidade pública tem que ser mais turbinada, de um lado na área de ciência, tecnologia e pesquisa aplicada. Por outro lado, ela tem que se expandir no número de alunos”, afirma.
Marina
A candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, quer reforçar o combate à corrupção para poder investir mais em cultura no país. Caso seja eleita, ela pretende criar um fundo de R$ 1 bilhão para apoiar projetos culturais. “A gente desperdiça tanto recurso com corrupção. É só olhar o que aconteceu recentemente no Amapá. Vamos fechar o dreno da corrupção e investir mais em arte, em criação, em coisa que seja boa para o país”, ressaltou ela.
Plínio
Depois de centralizar o debate entre candidatos à Presidência da República, na RedeTV!, na última segunda-feira, o candidato do PSOL, Plínio de Arruda Sampaio, cobrou maior discussão sobre as propostas dos candidatos ao Palácio do Planalto, em detrimento da polêmica sobre a quebra de sigilo de pessoas ligadas ao PSDB. “Quando os partidos recorrem ao vale-tudo, a ideologia e a ética vão para o buraco. E é isso que está acontecendo.
Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que os anos em que são disputadas eleições são diferenciados e que “aparecem todas as denuncias do mundo”. Citando críticas de que estava inaugurando obras inacabadas, Lula afirmou que, com o fim das eleições, também acabam as denúncias.
Lula II
“Sei que estamos vivendo um ano de política e esse é um ano sempre diferenciado, [em] que aparecem todas as denuncias do mundo. Depois que terminam as eleições as denúncias acabam. Vivo isso há muito tempo. Porque fui candidato muitas vezes, já perdi três eleições direto, mas aprendi a não fazer disso um motivo de ódio nem de dizer inverdades”, discursou Lula.
DEM
A cúpula do DEM reagiu nesta terça-feira aos ataques do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao partido. O presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ), disse que Lula agiu de forma “desequilibrada” e “autoritária” ao afirmar que é preciso “extirpar” o DEM da política brasileira.
DEM II
“O caminho para extirpar o adversário é na linha da Alemanha nazista. O presidente age de forma autoritária ao invés de deixar o eleitor decidir. Ele teve coragem, numa forma absurda, de sugerir isso em um momento eleitoral”, afirmou Maia.
Lobby
Acusado de fazer lobby em negociações entre o governo federal e empresas privadas, o filho da ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, Israel Dourado Guerra, disse que foi “enganado” pelo consultor de empresas Fábio Baracat. “Eu fui enganado por aquele rapaz. Ele se dizia dono da empresa, se dizia ser sócio. Ele se mostrava como um empresário bem-sucedido, bem-intencionado”, afirmou.
Lobby II
“É triste fazer parte de um joguete. A gente está vendo aí essa onda de denuncismo, essa coisa baixa, essa campanha sem propostas, só com acusações, com ilações, com documentos falsos. Enfim, é uma coisa muito triste o que a gente está vivendo hoje no Brasil, com o país se desenvolvendo na forma que vai. Mas a política, alguns veículos [de comunicação] se comportando da forma mais aética possível”, ressaltou o filho de Erenice.





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