Dilma

A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, destacou as realizações do governo Lula durante comício em Minas Gerais. “Hoje temos muitos instrumentos [as ações do governo] para combater essa tentativa de criar o medo e a desesperança, porque temos esperança no coração, força pelo que fizemos e fé no futuro”, disse a candidata do PT, ao criticar a oposição. Segundo ela, os seus adversários recorrem a essa estratégia porque estão “perdendo no voto”.
Serra
Já o candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, afirmou que pretende usar recursos federais na urbanização de favelas se for eleito. Ele disse que, com equipamentos públicos, as favelas tornam-se bairros e prosperam.”Iluminação, saneamento básico, pavimentação, mais acesso à saúde. Com isso, essas comunidades vão virando bairros”, disse o candidato durante visita ao bairro de Paraisópolis, em São Paulo. “Se o governo federal não entrar nessa, não vai ser viável fazer isso em todo o país.”
Marina
A candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, duvidou das pesquisas eleitorais que a colocam em terceiro lugar na disputa eleitoral. Ao participar de uma caminhada no Rio, ela disse que as pesquisas não refletem a realidade das ruas. “Tem muita gente dizendo que as eleições são favas contadas. Eu digo que as eleições são favas plantadas. As pesquisas não estão refletindo a realidade das ruas. Tenho certeza de que vamos para o segundo turno”, disse.
Confusão
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), reclamou da “confusão que se faz no Brasil, de forma genérica, da autoridade com o Estado, pendendo tanto para o bem quanto para o mal”. Segundo ele, “esta é uma questão que precisa ser vista com cuidado, pois é mais comum do que se imagina e poucos têm coragem para fazer a avaliação devida”, comentou. O interesse público, com essa tendência, disse Gilmar Mendes, “é afetado de forma clara nesse contexto”.
Imprensa
O ministro das Comunicações, José Artur Filadi, encontrou-se com o presidente dos Correios, David José de Matos, para obter mais informações sobre o pedido de demissão do diretor de Operações da empresa, coronel Eduardo Artur Rodrigues. Filardi disse que não conhece a situação do diretor, apenas teve conhecimento das informações divulgadas pela imprensa.
Imprensa II
“Não conheço ainda isso, só conheço o que vi na imprensa. O que ele tinha me relatado é que a filha dele tinha uma procuração para representar a empresa na Anac [Agência Nacional de Aviação Civil]“, informou o ministro. Ele disse que ainda não há nomes para ocupar o cargo do diretor.
Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu ao ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, agilidade na apuração de denúncias que envolvam órgãos do governo federal. “Não tem denúncia ao governo que não vá ser apurada. Queremos saber quem denuncia se tem provas daquilo que denuncia e quem é denunciado, se cometeu irregularidade, será punido”, disse o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha.
Sem mudança
Questionado se essa semana será anunciado um novo ministro para a Casa Civil, Padilha disse que Lula não comentou se pretende trocar o atual comando ou se pretende manter o ministro interino, Carlos Eduardo Esteves Lima, que também participou da reunião. “O presidente não deu nenhuma demonstração se quer ou não outro nome, ou se tem algum outro tipo de mudança ou não”, disse.
Nove
Com a demissão da ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, devido a denúncias de suposto tráfico de influência no Planalto, são nove os ministros que deixaram a Esplanada dos Ministérios em razão de denúncias nos quase oito anos de governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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