Nossa Cidade
- abril 2, 2011
EMEIF Pastor Joaquim Rodrigues

Há 23 anos, quando Maria Teresa Vicentini de Barros assumiu a direção da Emeif Pastor Joaquim Rodrigues, o cenário era totalmente diferente. Não apenas a escola, mas o bairro era outro. Assim como a região, a unidade de ensino também cresceu. Hoje, são mais de 1.030 alunos, do 1º ao 9º ano, além das aulas de educação especial.
O nome também não era o mesmo. A escola, que antigamente era denominada “Cidade Náutica 3″, acabou sendo batizada com o nome de um pastor português que veio para o Brasil, mais especificamente para o bairro da Areia Branca, em Santos, fazer um trabalho de educação e evangelização das crianças.
Mesmo com tantos alunos, a escola não perde o ambiente familiar. O trabalho realizado não apenas no horário de aula, permite uma gama de opções para os estudantes se desenvolverem em diversas áreas. A tecnologia, por exemplo, faz participação constante na educação dos alunos, não apenas com as salas de informática, mas com as aulas na lousa digital.
“Foi uma novidade implantada no ano passado. Todos os diretores e professores fizeram curso de capacitação e está sendo um sucesso entre os alunos. A preparação para aula é um pouco mais trabalhosa, mas ela fica mais interativa e todos estão amando e aproveitando ainda mais”, conta a diretora.
Na Emeif Pastor Joaquim Rodrigues também são desenvolvidos outros projetos da Secretaria de Educação como Aprendiz de Turismo, Soletrando, além do projeto de inclusão “Eu sou diferente, mas quem não é”. Além disso, durante o ano é feito trabalho de conscientização sobre assuntos importantes como “Paz na escola”, “DST/Aids”, Preservação da Água e Combate à dengue. O projeto Arte e Leitura também é desenvolvido, com o apoio de uma biblioteca com um rico acervo dentro da unidade.
Um dos principais referenciais da escola é a banda de liras, que há anos é regida pelo Maestro Santana. Os alunos ensaiam duas vezes por semana, fora do horário de aula, e realizam apresentações, como no Festival de Bandas de São Vicente. “É um dos orgulhos da escola, porque também ajuda a tirar as crianças das ruas”, conta a diretora, que está há 29 anos no magistério
No esporte, a escola também mostra seu potencial. São diversos os troféus conquistados pelos seus alunos. Atletismo, handebol são algumas das modalidades de destaque. Segundo a diretora, o projeto é que para ainda neste ano comecem as aulas de judô na unidade.
CUIDADO E AMOR
A diretora explica o trabalho realizado na escola para conseguir dar boa educação a tantos alunos. “Com relação aos nossos projetos, nós dividimos entre os professores e vamos conferindo seu desenvolvimento ao longo do ano”. Com relação a atenção dispensada a cada aluno, Maria Teresa conta o segredo. “Estou aqui há muito tempo, então tenho aqui alunos filhos de ex-alunos, então vamos acompanhando a história de cada um, até dos alunos novos. Tudo aqui é feito com amor quando você corre atrás de tudo, olhando para cada cantinho”, diz a diretora.
Ela também é só elogios para a comunidade. “Somos privilegiados por estar neste bairro. Eles adotaram a escola. Os pais estão sempre presentes nos eventos realizados nas escolas e todos ajudam tomando conta do colégio”.





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